Brasília

Em meados de janeiro fomos a Brasília. Além do turismo cívico, que era a nossa intenção e que é super recomendável, vimos também um casal de amigos que mora por lá. Claro que para conversar, necessita-se ‘molhar a garganta’. Sem conhecermos nada, fomos à convite dos amigos, ao Bar Brasília. Um bar super simpático e cheio de história que fica na 506 Sul. Tomamos predominantemente chope, que é servido em taças de cristal, com colarinho magnífico! A carta tinha uma variedade de raras cachacinhas. Experimentamos uma: Germana – considerada uma das 10 melhores do Brasil.
Pedimos dois petiscos: bolinho de aipim com camarão e um filé. O bolinho estava mais gostoso (bem mais), apesar de que quando pedimos, logo pensei que o camarão não era fresco, afinal, estávamos no centro-oeste do Brasil e fiquei com pé atrás, mas estava demais! Depois, fiquei sabendo que lá são servidos pastéis de carne com pequi… Pena que a fome não me permitiu visualizar essa opção do cardápio, pois teria sido esse, sem hesitar!
Pesquisando, viemos a saber que esse é um bar inspirado nos bares cariocas! E tinha mesmo essa cara. Em todos os cantos do bar tem uma história que está resumida no cardápio (ao lado). Há algo de paulista-carioca-candango. Uma mistura bem fácil de se perceber em Brasília, acrescida, claro, dos nordestinos, mineiros e goianos que habitam por lá.
Por fim, Niemeyer é mesmo um gênio e a febre amarela assusta.
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